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No momento em que a gravidade dos danos infligidos à natureza obriga o homem a abrir os olhos para as suas destruições do mundo exterior, como acreditar que o seu mundo interior possa sair ileso das violências a que ele próprio se tem sujeitado desde há dois séculos, em nome do Progresso e da «modernidade»? Como explicar o «medo da vida» e a «recusa do outro» que mutuamente se reforçam sem parança para obrigarem as suas vítimas a viver ao mais baixo nível de vitalidade?

François Chevallier, ensaísta e crítico de arte francês

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